Paro em frente ao um prédio de 5 andares e mais alguns Blocos com mais andares e outros em construção. O carro ficou em um estacionamento duas quadras abaixo, era um domingo cedo e muito provavelmente o meu cansaço físico e emocional após cinco dias de intensas atividades profissionais e desafios particulares eram a razão de tamanho stress e cansaço. E nesse prédio em questão está situado há 50 anos um hospital público e filantrópico do interior de São Paulo, local para onde eu me destino quinzenalmente todo domingo. E por incrível que pareça não é para realizar habilidades físicas e nem acrobáticas, nesse local eu venho desenvolvendo um processo de fortalecimento das minhas habilidades interiores, desde o momento da entrada até a saída, são as minhas competências de relacionamento interpessoal, entre tantas outras.Naquele local eu exercito uma potencialidade há muito adormecida, e que vinha me fazendo muita falta: a capacidade de me relacionar com o outro e com o mundo de uma forma alegre, bem humorada e entusiasmada. Até mesmo porque, atualmente, o que mais percebemos são pessoas “emburradas” e não “entusiasmadas”. Na minha definição bem particular, “emburrada” é aquela pessoa que tem o burro dentro dela. Daí eu fiz a minha opção.
"..nós nunca compreenderemos a força que um sorriso pode ter..”
Madre Teresa de Calcutá
19.3.09
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